segunda-feira, 11 de março de 2019

O Primeiro


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SIMONE

Hoje é aniversário de Simone de Beauvoir.
Uma das mulheres que mais me marcaram.
Aproveito para indicar a leitura de :" A Mulher Desiludida". Uma obra-prima de Beauvoir. Neste livro, ela resgata, com maestria, a essência da alma feminina.
Muitas vezes angustiante, como a vida, o livro também tem a força e a determinação próprias de toda mulher.           


             Karla Julia

"Encanto é o que alguns têm até que começam a acreditar que, de fato, o têm."

"É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta.

"O que é um adulto? Uma criança de idade."
               

    Simone de Beauvoir

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

DICA DE FILME

        " A ESPOSA"
          
         

Extraordinária obra em que o aprisionamento de uma escritora nas páginas dos livros que seu marido assinava, leva a um desenlace surpreendente quando seu marido ganha o NOBEL de Literatura.

As atuações de Glenn Close, Jonathan Pryce e Christian Slater enobrecem ainda mais esse  filme imperdível .

       Karla Julia

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Yesss!

"Bohemian Rhapsody", prêmios de melhor filme e melhor ator!


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Lacombe

O grande ilustrador francês Benjamin Lacombe ilustra Frida!

         
           Madama Butterfly
                         
                       
        Marie Antoinette
                     
                   

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domingo, 6 de janeiro de 2019

IL TUO BACIO

Esiste qualcosa di più dolce del tuo bacio? 
Forse sì:
Il tuo profumo da uomo sulla mia pelle


Karla Julia
versos e artesanato

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sábado, 5 de janeiro de 2019

DICA DE FILME

       " MEU QUERIDO                      FILHO" 
       de Mohamed Ben           Attia       
                   


    O diretor tunisiano Mohamed Ben Attia, o mesmo do aclamado "A Amante", nos mostra neste sensível filme, não apenas uma história sobre o excesso de preocupação e zelo que muitas vezes, os pais  têm por seus filhos.Ou ainda, a falta que um filho faz quando este decide deixar a casa paterna e o vazio que essa falta acarreta.
   
    Ele vai além, muito além dessas propostas tão bem tratadas na primeira metade do filme.
   
     Elas servem como preâmbulo para uma questão mais ampla que é a felicidade de viver e as escolhas que envolvem esta busca.
     
      Um filme magnífico.

         Karla Julia

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

DICA DE LIVRO


     "DIAS DE MEL" 
    de Annia Ciezadlo
                   



Em 2003, Annia Ciezadlo resolve uma jornalista americana, resolve passar sua lua de mel em Bagdá. Isso porque seu marido Mohamad, que era jornalista nos Estados Unidos, passa a cobrir a invasão do Iraque após voltar ao Líbano, sua terra natal.

Neste livro, Annie escreve sobre os anos na Bagdá ocupada pelas forças da coalizão e na Beirute marcada pelas divisões sectárias. Ressalta também as diferenças culturais entre Oriente e Ocidente e sobre a possibilidade de resolver os conflitos com uma mesa cuidadosamente preparada.
Em meio ao pós tiroteio, vamos conhecendo lições de vida e de cozinha de uma gente tão sacrificada pelas guerras!

Uma leitura MARAVILHOSA como deve ter sido O JARDIM DO ÉDEN, que há muitas luas atrás fez parte daquele território já saqueado, sem sua preciosa HISTÓRIA , ONDE TUDO COMEÇOU

            Karla Julia

EDITH PIAF

                  PIAF
               

Redoutez-vous la mort?
... Moins que la solitude.
-Tem medo da morte?
-Menos que da solidão.

Priez-vous?
Oui, parce que je crois à l'amour.
-Costuma rezar?
-Sim, pois acredito no amor.

Quel est votre plus beau souvenir du métier?
Chaque fois que le rideau se lève.

-A mais bela lembrança da sua carreira?
-Cada vez que a cortina se levanta.

Votre plus beau souvenir de femme?
Le premier baiser.

-A mais bela lembrança de mulher?
-O primeiro beijo

Si vous donniez un conseil à une femme...
Aimez.
-Se fosse dar um conselho a uma mulher, qual seria?
-Ame.

...à une jeune fille?
Aimez.
-E a uma jovem?
-Ame

...à une enfant?
Aimez...
-A uma criança?
-Ame.

            Edith Piaf


                         



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HAICAI

             

 abro meus caminhos
 entre pedras e quimeras
 sei driblar as feras.
         
           Karla Julia                            haicai e foto  

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

E PARA QUEM ESTÁ NO RIO...


Anotem na agenda !  Domingo 13 de janeiro, 
às 15h.


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ARTHUR RIMBAUD

           - Rimbaud -             
                 

A breve e apoteótica aparição de Rimbaud no mundo literário fascinou muitos poetas que se reuniram em torno do Simbolismo. Nascido em Charleville, em 1854, Arthur Rimbaud foi educado de maneira muito severa por sua mãe.

Aluno brilhante, admirava Hugo e Baudelaire. Seu professor de retórica, Georges Izambard foi quem o encorajou a escrever seus primeiros versos.

Quando de retorno à sua cidade natal em 1871, em sua famosa carta chamada “ Do Vidente”  ( “Du Voyant”), endereçada a Paul Demeny, o jovem poeta Rimbaud expõe seu método poético. Segundo ele, é preciso atingir essa  vidência através de “um longo, imenso e razoável desregramento de todos os sentidos”, não recuar diante do “ desconhecido “, que pode pôr em dúvida a própria razão do poeta e finalmente encontrar uma  nova “ língua ” que possa traduzir tudo o que o poeta,  o “sábio supremo” terá visto de suas experiências .

Sensation
Arthur Rimbaud

Par les soirs bleus d´été,j´irais dans les sentiers,
Picoté par les blés ,fouler l´herbe menue:
Rêveur, j´en sentirai la fraîcheur à mes pieds.
Je laisserai le vent baigner ma tête nue.
Je ne parlerai pas, je ne penserai rien:
Mais l´amour infini me montera dans l ´âme,
Et j´irais loin, comme un bohémien,
Par la Nature,- heureux comme avec une femme.
(mars,1870)

Sensação
Arthur Rimbaud
Tradução: Karla Julia

Nas noites azuis de verão, irei pelas veredas,
Arranhando-me nos trigos, ao pisar a relva miúda;
Sonhador, sentirei seu frescor sob meus pés.
Deixarei o vento banhar minha cabeça descoberta.
Não falarei, não pensarei em nada:
Mas o amor infinito invadirá minha alma,
E irei longe, como um boêmio,
Pela Natureza - feliz como com uma mulher.
(março,1870)

       Karla Julia

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

LACAN E A POSTERIDADE

                                 

         Lacan adorava citar Raymond Queneau. Ele nunca, mas nunca falava de seu passado. Para Lacan, o importante era o presente.
Tanto que um de seus poemas preferidos era esse abaixo, de Queneau, bien sûr, que ora deixo para você, minha Luiza Dallale pois me lembrei de sua vó que  sempre me dizia para viver o agora!

" Poema para a Posteridade "-Raymond  Queneau -
Tradução Karla Julia

"E se eu escrevesse esta noite,
 um poema para a posteridade?
Nossa!Que grande idéia
Eu me sinto confiante
Vamos lá!
Para a posteridade, digo:
Merda! Merda de novo!
E Merda mais uma vez!
Sem sombra de  dúvida,
enganei a posteridade,
que esperava seu poema.
Ótimo! "

Jacques Lacan

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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

DICA DE FILME: COLETTE

     Queridos amigos,

Neste primeiro dia do ano, deixo uma dica de filme. Assisti mês passado no cinema. Não sei se ainda está em cartaz, talvez não, porém, não posso deixar de mencioná-lo.
                   

Colette foi uma mulher do final do sex. XIX.
Foi usada por seu marido durante anos, escrevendo para ele e vendo sua obra ser publicada sem a divulgação de sua autoria.

O filme mostra seu amadurecimento e desabrochar para uma vida plena, em meio a um século misógino e extremamente asfixiante para a mulher.

        Karla Julia

"Anote tudo o que passar pela sua cabeça e você será um escritor. Mas um autor é alguém que sabe julgar o valor de seus próprios trabalhos, sem pena, e destruir a maior parte deles."
                 Colette
               

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS

”A loba, a velha, aquela que sabe está dentro de nós. Floresce na mais profunda psique da alma das mulheres, a antiga e vital Mulher Selvagem. Ela descreve seu lar como um lugar no tempo em que o espírito das mulheres e o espírito dos lobos entram em contato. É o ponto em que o Eu e o Você se beijam, o lugar em que as mulheres correm com os lobos (…)”

trecho do excelente livro da psicanalista Clarissa Pinkola Estés,
"Mulheres que Correm com os Lobos"
           

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domingo, 23 de dezembro de 2018

O Natal na época de Elizabeth I da Inglaterra!


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quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

HAICAI




Oh, dia! Oh, céus!
pedi por inspiração 
ganhei uma paixão

Karla Julia
haicai e foto

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

POESIA

Covardia

Nasci para voar
mas coragem me falta
por isso, uso muletas
desta feita, me atenho ao chão

Se delas me libertasse
alçaria voo ao firmamento
e deixaria cintilar
minha louca imensidão 

Talvez um dia me desapegue
de tudo
e saia correndo 
descontando o tempo
em que, por covardia,
não fui o que sempre quis

Só assim
para sempre 
estrela,
serei feliz.

Karla Julia

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

É NATAL NO CASTELO DE CHAMBORD!

  No belíssimo Castelo de Chambord, no Vale do Loire, que fica pertinho de Paris, de dezembro até 6 de janeiro de 2019, já se comemora o Natal.
Quem estiver nas terras de Henri II, não deve perder. Ele está lindo!

Confiram no clipe abaixo:


         
           Joyueux Noël!


               Karla Julia

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domingo, 2 de dezembro de 2018

DICA DE LIVRO

 “A TRAVESSIA DAS  ERAS”
        de André Galvão
           


Foi com grande prazer que recebi um exemplar do livro solo de poemas “A Travessia das Eras” de André Galvão, Licenciado em Letras (UESB), Mestre em Literatura (UEFS) e Doutor em Ciências da Educação (Universidade do Minho – Portugal).

Proveniente da linhagem de poetas cuja preocupação maior são as feridas de nossa sociedade, André comprova sua excelência com versos de muita sensibilidade, mas que fazem, ao mesmo tempo, uma reflexão do “homem da cidade”, como no caso de “Urbanicômio”:

Criticamos,
e somos iguais
aos que criticamos
Condenamos,
e somos iguais
aos que condenamos
Em nossa loucura
há um lapso,
uma relação desacertada
E a cidade anda,
escreve torto
em linhas tortas
À noite, os ônibus voam,
encontram espaço
entre o amarelo e o vermelho
E as luzes distantes iluminam o asfalto
por onde desliza
o Opala amarelo de rodas largas
De longe, as luzes enganam,
clareiam a pista,
escurecem o canteiro
A nossa loucura
não é contemplar a cidade,
é tentar entendê-la.

O livro nos leva a uma viagem cosmo interior do poeta,
onde em meio à desilusão, somos convidados a nos perdermos também.
Nele, podemos constatar a falta de esperança, retrato fiel da crua realidade, cheia de preconceitos e falsos valores.É desse esforço de desvelamento, solitário, intransferível, na maioria das vezes, de que trata o poema abaixo:

 “Sonhos”

Sonhos com um mundo
que eu nunca verei.
As sombras do passado iluminam
mais do que os holofotes do presente
O precipício avança sobre nós,
inebriados com nossas vaidades,
consumidos freneticamente
por vícios insustentáveis
Dor, desesperança, medo
nada mais consigo ver
nos espelhos quebrados
que refletem pesadelos

Estamos condenados ao fastio
de nossas futilidades sutis,
flertando com cárceres de vidro
que não conseguimos quebrar
E o que nos resta enfim
é torcer para acordar de vez
do sonho que nunca sonhamos,
enquanto dormíamos de olhos abertos
As minhas esperanças no futuro
se perderam junto com a inocência
de acreditar que a raça humana
produzirá um dia finalmente
um mundo que seja possível
viver em paz.

E qual seria então o caminho para uma redenção?
Porque é no atravessar das eras que leitor e poeta farão,
suas catarses e quem sabe, um novo mundo onde as injustiças,
e a tirania do egoísmo possam ser achacadas de nossos caminhos.

         Assombro
Estranho viver nesse mundo raso,
inundado de mentiras tão profundas
sem metafísica, inspiração ou fé
que removam as montanhas da ignorância.

Obrigada poeta André, por ter me concedido o privilégio de ler seus versos.

                                                        Karla Julia



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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Istituto Italiano di Cultura

Rio de Janeiro

Novembro 2018


Festival Opera na Tela
Andrea Chénier de Umberto Giordano

               

Quinta, 29/11 às 18h30
Integrado à agenda cultural carioca e em sua quarta edição, o Festival Ópera na Tela, em colaboração do Istituto Italiano di Cultura, apresenta dia 29 na Sala Italia a opera Andrea Chénier de Umberto Giordano, dirigida por Mario Martone no Teatro alla Scala de Milão.

Data: 29 de novembro de 2018
Horário: 18h30
Local: Istituto Italiano di Cultura - Av. Presidente Antonio Carlos, 40 / 4º Andar - Centro
Ingresso: Entrada Franca

                 
Vozes de Literatura Viva
Leitura publica dramatizada de Alda Merini
                                 

Quarta, 28/11 às 17h30; Sexta, 07/12 às 20h; Sabado, 08/12 às 20h
Alda Merini, a maior poetisa italiana do século XX, dedicou a sua obra ao amor, à paixão e aos sentimentos mais profundos do ser humano e também aos excluídos e aos que sofrem. Ela própria esteve internada bastante tempo num centro para doentes mentais, experiencia que influenciou profundamente a sua vida ...

Data: 28 de novembro de 2018
Horário: 17h30
Local: Istituto Italiano di Cultura - Av. Presidente Antonio Carlos, 40 / 4º Andar - Centro
Ingresso: Entrada Franca

Data: 7 e 8 de dezembro de 2018
Horário: 20h
Local: IED - Istituto Europeo di Design - Av. João Luis Alves, 13 - Urca
Ingresso: Entrada Franca

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  ORIGAMI


Podemos mudar nossa  vida através da arte. Todo mundo está em busca de um jeito de ser mais feliz. Nós descobrimos que a arte pode ajudar, e muito! 

Trabalhar com arte é criar um canal para que sua alma se expresse verdadeiramente. Neste processo você se conecta com seus talentos naturais e muda sua vida. 



Quando você está bordando,pintando,ou qualquer outra atividade ligada a trabalhos manuais, você se desliga do mundo e fica com você e seus pensamentos.
Hoje,vocês verão uma forma de arte, um trabalho manual muito antigo:o Origami.                  



Arte milenar de transformar papel em esculturas e formas geométricas.O origami é a arte japonesa, que iniciou-se no período Edo, arte de dobrar o papel.
O Origami é ótimo para o relaxamento e é pura diversão para aliviar o stress do dia a dia.
A origem da palavra vem do japonês:ori (dobrar) e gami (papel). 



Karla Julia